SEM AZUL,
NÃO HÁ VERDE
Uma ação inédita transformou o maior símbolo nacional – a bandeira brasileira – em um poderoso chamado à ação. Na bandeira do Brasil, a ausência do azul e do verde – cores que representam nosso mar e nossas florestas – é uma metáfora contundente em alusão à frase de Sylvia Earl: “Sem azul, não há verde”.
Mais do que uma intervenção visual, essa iniciativa é um manifesto coletivo, um pedido urgente para que sociedade, governo e lideranças públicas reconheçam o valor estratégico do oceano e assumam compromissos concretos em sua proteção.
O Pedido é claro:
A campanha concentra seus esforços em três regiões estratégicas para a conservação marinha brasileira: a região dos Montes Submarinos de Fernando de Noronha, a região do Albardão, no extremo sul do país, onde ecossistemas costeiros e marinhos de grande importância ecológica estão sob pressão, e a Foz do Amazonas, área de altíssima relevância ambiental atualmente ameaçada por projetos de exploração de petróleo.
A campanha é um movimento nacional pela preservação do oceano, conjuntamente às florestas nacionais e a rica biodiversidade brasileira e pela ampliação das Áreas Protegidas Marinhas.
FICHA TÉCNICA
SOS Oceano
Angela Kuczach: Articuladora da SOS Oceano
Marina Cioato: Assessoria de comunicação da SOS Oceano
Nidia Regina: Apoio em gestão SOS Oceano
Daniella Fernandes: Assessoria de imprensa, SOS Oceano
Juan Pablo Torres: Coordenação Técnica
Organizações parceiras:
Sea Shepherd Brasil
Nathalie Gil: Concepção do Projeto / Apoio a estratégia e governança
Elea Moreira: Apoio em comunicação
Luana Linck: Administrativo financeiro
Projeto Golfinho Rotador
José Martins – apoio em estratégia e governança
Projeto Tubarões e Raias de Noronha
Fábio Borges – Apoio em estratégia e governança
NEMA
Maria Carolina Weigert e Renato Carvalho: Apoio em estratégia e governança
Divers for Sharks
Paulo Guilherme: Pinguim -Apoio em estratégia e governança
Rede Pro UC
Douglas Montenegro: Apoio em estratégia e governança
Creative Agency: Droga5
CEO/Creative Chairperson: Felipe Simi
Co-CEO: Brisa Vicente Chief
Creative Officer (CCO): Rafael Ziggy
Chief Design Officer (CDO): Diego Limberti
Design Director: Carlos Passos, Fábio Cristo, Marco Loschiavo,
Executive Creative Director (ECD): Renata Leão
Creative Director: Lucas Antunes e Marcelo Diniz
Art Director: Kauê Barbosa, João Cunico, Gustavo Ohnuma, Sofia Colautti
Designer: Carlos Passos, Diego Limberti
Copywriter: Tiago Daltro Motion
Director: Marco Loschiavo
Motion Designer: Yasmin Cruz e Patrícia Lima Chief
Operations Officer (COO): Felipe Belinky
Chief Business Officer (CBO): Renata Cintra
Chief Production Officer (CPO): Larissa Kubo
Head of Production: Stella Gafo
Production Leader: Thais Bonizzi
Head of Operations: Thaisa Papadopolli
Operations: Thaline Malvezi
Chief Impact Officer (CIO): Gabriela Rodrigues
Head of Innovation in Communication: Fabiane Abel
Chief Strategy Officer (CSO): Ana Cortat
Head of Media Latam: Vanessa Giannotti
Media Director: Keilla Conti
Head of Culture and Comms: Johana Quintana
Culture and Comms Director: Bárbara Lima
PR Analyst: Luma Araujo
PR: VSK Public Relations
Partners
Illustration: Black Madre
Creative Director: André Maciel
Executive Director: Tina Castro
Account: Roberta NOC
Planning: Le Alves, Beatriz Perrote e Tommy Martins
Production: Laryssa Andrade
Illustrators: André Maciel e Diego Abreu
Ink Development: Joules & Joules
Artista plástico: Rafael Carneiro e Bruno Dunley
Silkscreen: Estúdio Elástico
Master printer: Rogerio Maciel
Papéis artesanais: Kami
Videomaker – Locações: Antonio Frugiuele
Assistente Videomaker: Vinicius Feno
Videomaker – Albardão: Lucas Amorelli
Áudio: Bumblebeat
Direção Musical: Lucas Sfair, Henrique Tanji
Produção Executiva: Luisa Hackett
Produção Musical: Diego Sallovitz, Henrique Tanji, Lucas Sfair Sound
Design: Pedro Osinski
Finalização: Leonardo Lima
Produtora de vídeo – Museu do amanhã: Fluxa Filmes
Fotografia Stil – Museu do amanhã: Bel Corção Produção
gráfica Camisa e Bandeiras: Jorge Gaglioni
Projeção: Projetemos
Co-criador Projeção: Mozart Santos
Espaços de mídia: Eletromídia
Foto: Acervo SOS Oceano
O ALBARDÃO FOI O PRIMEIRO GRANDE PASSO
O BRASIL AINDA POSSUI INÚMERAS ÁREAS DE EXTRAORDINÁRIA IMPORTÂNCIA AGUARDANDO PROTEÇÃO
O Albardão foi o primeiro grande passo da mobilização nacional da SOS Oceano — e um passo histórico para a conservação marinha brasileira. Com cerca de 130 quilômetros de praia contínua e preservada, a região abriga um mosaico de dunas, campos, banhados e ambientes marinhos que formam um dos mais importantes corredores ecológicos do país. Ali vivem e circulam espécies ameaçadas, como a tartaruga-verde, a tartaruga-de-couro, a toninha, além de aves migratórias que percorrem milhares de quilômetros, como o maçarico-de-papo-vermelho.
Reconhecida há décadas pela comunidade científica como uma área prioritária para a conservação, o Albardão aguardava proteção oficial mesmo diante de sua enorme importância ecológica e das crescentes pressões sobre seus ecossistemas. Mobilizar a sociedade em torno dessa causa foi a primeira grande campanha da SOS Oceano, mostrando que a participação pública pode influenciar decisões fundamentais para o futuro do oceano brasileiro.
Esse esforço coletivo resultou em uma conquista histórica. Em 6 de março de 2026, por meio de decreto presidencial, foram criadas as Unidades de Conservação Marinhas do Albardão, incluindo o Parque Nacional Marinho do Albardão, que se tornou o maior parque nacional marinho do Brasil, além da Área de Proteção Ambiental da Foz do Rio Grande.
A criação dessas unidades representa um marco para a proteção da biodiversidade marinha, da pesca sustentável, da pesquisa científica e da resiliência dos ecossistemas costeiros frente às mudanças climáticas.
Mas essa conquista não representa o fim da nossa atuação — representa apenas o começo. O oceano brasileiro ainda possui inúmeras áreas de extraordinária importância ecológica que aguardam proteção efetiva, fortalecimento da gestão e políticas públicas consistentes. A SOS Oceano continuará trabalhando para ampliar a rede de Áreas Marinhas Protegidas, fortalecer a conservação marinha e mobilizar a sociedade em defesa de um oceano saudável, diverso e capaz de sustentar a vida e o futuro do Brasil.
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